sexta-feira, 29 de maio de 2009

The Ring Lohengrin




O meu trabalho de História baseia-se em Wagner (tocar aqui).
............................................................Richard Wagner

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Recapitulando, podemos alterar o tamanho das letras .
Mudar as cores escrever com negrito ou itálico,
fazer isto
Que não sei opque é, mas é aquele símbolo antes do abc..
letras á esquerda


Letras À esquerda
centro
direita
  1. numerar
  2. sdfg
  3. sdfg
  • outros símbolos
  • dg
  • df
corretore

adicionar imagens....

sexta-feira, 22 de maio de 2009

cyc fyc fycfy






v vuv gu vguuguvguvguvgu

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sexta 15 de Maio vamos apresentar uma peça, no âmbito de Projecto I, sobre o tema do surrealismo. Mais acima estão alguns exemplos de pinturas do surrealismo.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O álcool e a queima das fitas!

Há uma espécie de fasacinio pelo mau hálito e ininteligibilidade consequente...


Porque é que os estudantes se sentem tão fascinados pelo consumo abusivo do álcool?
Os seus efeitos nefastos são contra a performance cerebral e cultural, ainda que fosse noutros tempos nobre e sofisticado.
Acordem, estamos no Séc.XXI!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Problemas do Internet Explorer?

Bem, não consigo editar mensagens com alterações ao estilo de letra e outros,não sei se é um problema do Internet Explorer ou quê. Como não tenho, neste computador, acesso ao Mozila nâo posso confirmar. Talvez deva tentar em outro sistema de computadores.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Arritmias

Na sexta passada tive um episódio de arritmia, batimentos irregulares do coração, que me obrigou a passar a noite no hospital.
Mas como é que uma pessoa que não fuma nem toma drogas, legais ou ilegais, tem este problema?
Bem há outros factores, excesso de exercício ou ausência dele, ansiedade, ou outros tipos de cansaço psicossomáticos.
Por esta altura, os que arriscam a vida com o consumo das drogas legais vangloriam-se dos seus vícios, como se não fossem verdeade os seus malefícios, contam sempre a história do velhinho que fumava e durou até aos 90 (todo os fumadores acreditam que serão como este). Se visitassem os hospitais de vez em quando veriam que há lá muitos...
Mesmo assim, que raio de sorte terndes, ó fumadores, que tanto mal fazem a vós mesmo e saem impunes...
O pior é que não posso andar de bicicleta durante uns tempos,o únuco meio de transporte verdadeiramente eficaz na cidade.

Arritmias

Na sexta passada tive um episódio de arritmia, batimentos irregulares do coração, que me obrigou a passar a noite no hospital.
Mas como é que uma pessoa que não fuma nem toma drogas, legais ou ilegais, tem este problema?
Bem há outros factores, excesso de exercício ou ausência dele, ansiedade, ou outros tipos de cansaço psicossomáticos.
Por esta altura, os que arriscam a vida com o consumo das drogas legais vangloriam-se dos seus vícios, como se não fossem verdeade os seus malefícios, contam sempre a história do velhinho que fumava e durou até aos 90 (todo os fumadores acreditam que serão como este). Se visitassem os hospitais de vez em quando veriam que há lá muitos...
Mesmo assim, que raio de sorte terndes, ó fumadores, que tanto mal fazem a vós mesmo e saem impunes...
O pior é que não posso andar de bicicleta durante uns tempos,o únuco meio de transporte verdadeiramente eficaz na cidade.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Novo Farol da Foz do Douro


Foi inaugurado recentemente um novo pontão do novo FAROL da foz do rio Douro.


Eis uma imagem de um efeito que suponho propositado e que lhe chamei: O acelerador de ondas.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Início da Páscoa 2009


Começam as férias da Páscoa.
Espero que se possa estudar na escola.
Parece que na terça já se pode.

Multa fidem promissa levant
Muito prometer é uma maneira de enganar

Latim/Pronúncia

De Wikibooks

Existem três formas de pronúncia na língua latina:

  • a pronúncia eclesiástica ou italiana, usada pela igreja,
  • a pronúncia clássica (reconstruída), que foi elaborada a partir de estudos sobre a pronúncia de povos próximos, que se acredita ser a mais próxima da pronúncia praticada na antiguidade e
  • a pronúncia portuguesa, usada nas escolas no Brasil e em Portugal apenas para fins didáticos.


[editar] Pronúncia clássica

O latim só tinha letras maiúsculas, as minúsculas são utilizadas por primeira vez na Idade Média. A pronúncia é por sílabas, muito parecida ao português.

Todas as vogais podem ser longas ou curtas. A pronúncia das vogais cá descrita é muito aproximada e fundamentada na evolução do latim para o português (vogais longas tornam-se fechadas, breves tornam-se abertas).

A, letra chamada em latim A, quando longo mais ou menos como em levar, quando breve como em chazinho

B, BE, como em barco

C, CE, sempre como em carro (também em -CE-, -CI-). Arcaicamente, o C também podia ser um G (cfr. CAIVS e GAIVS)

D, DE, como em deixar

E, E, quando longo como em dedo, quando breve como em vetar

F, EF, como em fevereiro

G, GE, sempre o g português em gato (também em -GE-, -GI-; nos -GUE-, -GUI- o u é pronunciado, como semivogal)

H, HACCA, só os falantes muito cultos aspiravam o H (como o inglês hen) mesmo na época clássica, para a maioria era mudo na altura

I, I, quando longo como em ruído, quando breve como em enorme

J: esta letra não existia em latim clássico, foi criada na Idade Média para fazer diferença entre o i vogal e o i consonântico para o que muitos i latinos foram evoluíndo

K, KA, como o C latino; arcaicamente havia uma diferença entre C e K, mas perdeu-se e o K só ficou nalgumas palavras: KARTHAGO (mas também CARTHAGO), KALENDA... muitas delas emprestadas da língua grega;

L, EL, como em levar

M, EM, como em muito, não nasaliza as vogais anteriores a ele

N, EN, como em nome

O, O, quando longo como em toda, quando breve como em mormente

P, PE, como em português


Q, QV, sempre antes do u semivogal, -QV-. A diferença é clara em, p.ex. CVI e QVI: em CVI o u é vogal e tónico, "cú-i", em QVI o u é semivogal e o i é o tónico, "kwí"

R, ER, possivelmente como em caro, ou talvez como em carro (rr não uvular, mas alveolar, o "clássico" europeu e como se pronúncia ainda nas zonas rurais de Portugal, em África ou na Galiza), talvez ambos dois segundo regras similares às do português

S, ES, possivelmente como em só

T, TE, como em tempo (t do padrão europeu)

V, V, nunca como o v português, sempre é vogal ou semivogal: quando vogal longo, como em miúdo, quando vogal breve como em surdo, quando semivogal como em mau. É semivogal quando diante de outra vogal, como em SOLVO ou QVARTVS. Na Idade Média, o V minúsculo grafava-se "u", o "u" afinal foi utilizado só para o som vogal e "v" para o consonântico (como no português);

X, EX, "gs" ou "ks", segundo a palavra (LEX-LEGIS, gs; DUX-DUCIS, ks)

Y, YPSILLON, como o u francês ou o ü/ue alemão, a letra é grega e não latina (este som não existe em latim), mas empregou-se para empréstimos do grego;

Z, ZETA, como o z alemão, aproximadamente "ts", também para empréstimos do grego;

Há também estes dígrafos para empréstimos gregos:

CH, como o j espanhol ou o ch alemão; também aparece em palavras latinas, nelas é talvez um K levemente aspirado, é dizer, K+H, (PVLCHER, LACHRIMA) ou apenas um simples K

PH, aproximadamente como um P aspirado (PHILOSOPHIA)

RH, como o R ou RR (RHETOR, RHOMBVS)

TH, como em inglês thin ou o c/z espanhol da península

As letras para os empréstimos gregos tendiam a ser pronunciadas com os sons mais próximos do latim, assim o Y pronunciava-s I ou V, o Z como S, CH como K, TH como T, PH como F, etc.

As letras das consoantes podem ser duplas, BB, CC, DD, FF, GG, LL, MM, NN, LL, PP, RR, SS, TT, mesmo a vogal VV (MORTVVS)... a pronúncia é como duas letras separadas em sílabas diferentes, ILLE é "IL-LE" (ou um L mais longo), têm valor fonológico, p.ex. ANVS, "A-NVS", "(mulher) velha", não é, nem se pronúncia como ANNVS, "AN-NVS", "ano", SVMVS, "SV-MVS", "nós somos", não tem a ver com SVMMVS, "SVM-MVS", "o mais alto".

Arcaicamente, as vogais longas por vezes eram escritas como duplas, nos tempos da República com um acento grave (APEX), e no Império com algo parecido a um acento agudo. Mas nunca foi universal nem unanimemente aceite. Na Idade Média, sobretudo nos livros de aprendizagem, adoptou-se o costume de grafar as vogais longas com um tracinho acima (mácron), e as breves com um u pequeninho (bráquia).

Há ditongos e tritongos (muito raros), AE, AV, EI, EV, OE, OI, VI, e pronunciavam-se com os sons correspondentes, mas muito cedo foram evoluindo para outros sons, p.ex. AE passou a ser pronunciado como um E aberto, OE como E fechado, AV como o "ou" (ow) português, etc.

Há estes grupos consonânticos: BL, BR, CL, CR, DR, FL, FR, GL, GN, GR, PL, PR, SC, SCR, SGR, SP, SPL, ST, STR, TR, a pronúncia deles é a união dos sons, mas fazem parte duma única sílaba: DRV-SVS, GNA-TVS; qualquer outro caso as consonantes fazem parte de sílabas diferentes: AR-TIS, MOR-TEM, PROP-TER, OM-NI-A

Hoje o latim é escrito empregando letras maiúsculas e minúsculas segundo as regras universais, e utilizando a diferença na escrita do u vogal e consonântico, u/v, isto é, mortuus e não MORTVVS ou unum e não VNVM, mas cave (de CAVE) e não caue (em geral: v sempre entre vogais). O emprego do i/j fica à vontade mas dentro duma coerência (ou é utilizado o j, ou não é).

As sílabas em latim são abertas se terminam em vogal, fechadas se em consoante. Uma sílaba é breve se aberta e contém uma vogal breve: fu-ga, do-mi-na, ou quando vai diante doutra vogal (ainda que tiver uma vogal longa ou um ditongo): au-re-us, om-ni-a. A sílaba é longa se fechada ou contém uma vogal longa.

No latim não há palavras oxítonas, excepto as poucas que perdem uma vogal final: educ (edúc, de educe), illic (il-líc, de illice).

As palavras com duas sílabas são paroxítonas: unda (únda), rosa (rósa).

Se houver mais de duas sílabas: são paroxítonas se a penúltima sílaba é longa, amicus (amícus), frumentum (fruméntum). Também se a última sílaba é uma partícula enclítica, fratresque (fratrésque, mas frâtres), reginave (regináve, mas regína).

Em todos os demais casos são proparoxítonas: dominus (dóminus), agricola (agrícola).

Há palavras átonas, proclíticas ("colam" por diante) ou enclíticas (por trás). As enclíticas puxam para si o acento: Inter (átona) +homines (hómines) = interhomines (interhómines); ipse (ípse) + met (átona) = ipsemet (ipsémet). Mas se não era considerada composta (como em português "porém" ou "decerto", p.ex.), não acontecia: itaque (ítaque, "então"), itaque (ita+que > itáque, "e assim").

[editar] Pronúncia eclesiástica ou italiana

Durante a Idade Média o latim era pronunciado segundo as regras fonéticas da língua mãe do falante. Assim, na Galiza e Portugal era falado ao jeito "português", em Castela doutro diferente ("à espanhola"), nos países de língua catalã e occitana de mais outro, na Lombardia, na Itália, na França, na Escandinávia, nos países germânicos e eslavos, etc., cada um segundo o seu próprio sistema fonético -e empregando fonemas alheios ao latim original. A Igreja tentou serodiamente unificar pelo menos no seu seio todas as pronúncias para lograr uma língua litúrgica unificada, com bem pouco sucesso. A escolha fonética, ficando lá o Vaticano, foi a da pronúncia italiana do latim, que tem as regras desta língua.

Pronúncia das vogais:

Os ditongos ae e oe são sempre pronunciados como a vogal e aberta

Pronúncia das consoantes:

Pronúncia do C:Texto em itálico

Como o ch dos dialetos do norte português (ou do galego), antes de i e de e
Como o tch da palavra tchau

Pronúncia do G:

Como o gui da palavra Guilherme

Exemplo: Regina (rainha) lê-se /reguina/

Pronúncia do R

Como o r da palavra caro

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Homenagem ao Professor Gustavo

O Professor Gustavo era um músico reputado no seu meio.
www.youtube.com/watch?v=_-TNuA69g1Y

segunda-feira, 30 de março de 2009

Regresso do regime...

Na sequência do acontecimento trágico de há oito dias, ocorreu um facto repugante que passo a descrever:
Foi pedido pelo GTA, um autocarro para levar o pessoal que ia, cantar, ao funeral. Ora o estranho é que só permitiam, GTA, que fossem, e segundo as suas próprias palavras, os camisas brancas ou os académicos, como se só eles fossem estudantes. Ora, obrigaram muita gente a arranjar boleia de outra forma. Claro que a Direcção da escola, que financiou, o Autocarro acreditava que fosse para todos os que precisassem.

Aspirantes a fascistas?

quarta-feira, 25 de março de 2009

Memória de um amigo.

Hoje é um dia de grande pesar.
Morreu o nosso querido professor Gustavo Brandão.
Professor de Guitarra e Estética na ESE.

domingo, 22 de março de 2009

Aula de sexta, 20 de Março 2009

Olá, esta é sobre a aula de sexta, 20 de Março de 2009.
Falamos sobre as cores e os pixel, qualidade de imagens e outros...e criamos uma página no google site.

terça-feira, 17 de março de 2009





Na sexta feira 13, aprendemos a criar e editar uma página na net.

Dava jeito um guião, pois , já me esqueci dos procedimentos.

Bom, aqui apresento-vos duas fotos minhas que tireino natal 2008.

quarta-feira, 11 de março de 2009

MSG experimental depois da msg TRIO

  1. Bom, comecemos a escrever a vermelho, depois azul, depois rosa, agora pequenino, pequeno, normal,grandinho, grandão. Que tipo de letra escolher? TO
web
or not to web, mmh, poucas opções para escolher.
  • Poucas opções de escrita.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Hoje aprendemos algo sobre os windows ao longo da história.
Ao descobrirmos sobre os programas alternativos como o Open office 3.0.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Aula duo

Hoje aprendemos a criar um blog.
Ainda editamos um texto da internet - GOOGLE - de Fernando pessoa e aprendemos a editá-lo na plataforma moodle.

Primeira mensagem

Olá, bom dia.